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Agência de robótica · São Paulo

Robótica aplicada à linha de produção.

Integramos células robóticas, visão computacional e controle a operações que já estão rodando. Sem reescrever o chão de fábrica do zero, sem parar o que funciona.

Braço robótico industrial em uma célula de montagem

Conte sobre o seu projeto

O que defendemos

Automação não é trocar pessoas por máquinas. É tirar das pessoas o trabalho que desgasta — o repetitivo, o perigoso, o que ninguém quer fazer no terceiro turno — e devolver a elas o que exige julgamento.

Frentes de trabalho

O que colocamos em operação.

Cada projeto começa por um diagnóstico do chão de fábrica. Depois escolhemos, entre estas frentes, o que faz sentido para o seu volume e o seu prazo.

Células robóticas

Braços para solda, paletização, usinagem e manuseio de material. Selecionamos o robô, projetamos a garra e integramos ao seu fluxo atual.

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Visão computacional

Inspeção de qualidade e leitura de peças em linha. O sistema separa o que está fora de tolerância antes da peça seguir adiante.

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AGVs e robôs móveis

Veículos autônomos para levar material entre estações sem operador dedicado. Rotas mapeadas e ajustadas conforme o layout muda.

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Automação e controle

Programação de CLPs, SCADA e a ponte com o ERP que você já usa. Os dados de produção passam a chegar prontos para decisão.

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Monitoramento remoto

Telemetria das células em tempo real, alertas de desvio e histórico de falhas. Você acompanha a disponibilidade sem estar no piso.

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Viabilidade e retorno

Antes de qualquer compra, um estudo de layout, volume e retorno. Se a conta não fecha, dizemos com clareza — e sugerimos o próximo passo.

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Em números

Doze anos no piso, não no slide.

12
anos integrando robótica em indústrias no Brasil
40+
linhas de produção automatizadas ou modernizadas
98,6%
de disponibilidade média das células que operamos
5
estados atendidos, do interior paulista ao Sul
Como trabalhamos

Do diagnóstico à operação assistida.

Um projeto de robótica dá errado quando a máquina chega antes de alguém entender o processo. A gente inverte essa ordem.

Etapa 01

Diagnóstico

Passamos alguns dias no seu piso, cronômetro na mão. Medimos ciclos, mapeamos gargalos e ouvimos quem opera. Sai daí um relatório com o que vale automatizar e o que não vale.

Etapa 02

Projeto

Definimos o robô, as garras, a segurança e a integração com o que já existe. Você aprova o layout e a estimativa de retorno antes de qualquer peça ser comprada.

Etapa 03

Integração

Montamos e testamos a célula fora da linha sempre que possível, depois fazemos a virada em janelas curtas — de madrugada, no fim de semana, ou por estação, para não parar a produção inteira.

Etapa 04

Operação assistida

Ficamos ao lado da sua equipe nas primeiras semanas, ajustando parâmetros e treinando quem vai tocar o dia a dia. Depois seguimos por telemetria, com resposta combinada em contrato.

Uma linha bem automatizada é silenciosa. Ninguém corre, ninguém improvisa, ninguém precisa explicar por que a peça saiu errada.
Princípio de engenharia da Qyravento
Projetos recentes

Alguns trabalhos entregues.

Nomes de clientes sob acordo de confidencialidade. Os números abaixo são de projetos reais, apresentados de forma resumida.

Placa eletrônica em detalhe, representando o sistema de inspeção
Autopeças · Diadema

Inspeção por visão em linha de estampagem

Refugo de peças fora de tolerância caiu de cerca de 4% para menos de 1% em quatro meses, sem parada programada de produção.

Como fizemos
Ambiente industrial com equipamentos de automação
Bebidas · Jundiaí

Paletização robótica no fim de linha

Duas células assumiram o empilhamento manual de caixas. O tempo de troca de formato passou de 40 para 8 minutos.

Como fizemos
Sala de controle com telas de monitoramento de processos
Metalurgia · Sorocaba

Retrofit de CLP e telemetria

Máquinas dos anos 90 voltaram a conversar com o ERP. A equipe passou a ver a produção em tempo real, de qualquer terminal.

Como fizemos
Perguntas frequentes

O que costumam perguntar.

Vocês atendem fora de São Paulo?

Sim. A base fica na Vila Olímpia, em São Paulo, mas boa parte dos projetos está no interior paulista, no Sul e no Triângulo Mineiro. Para operações fora do estado, combinamos as visitas de campo no início do contrato para que o deslocamento não pese no orçamento.

Precisamos parar a linha durante a integração?

Na maioria dos casos, não de forma prolongada. Montamos e testamos a célula fora da linha sempre que o espaço permite, e fazemos a virada em janelas curtas — madrugada, fim de semana ou estação por estação. O plano de parada é combinado e escrito antes de começar.

Como o custo se compara a montar uma equipe interna?

Depende do volume de projetos ao longo do ano. Uma equipe interna faz sentido para quem automatiza constantemente; para quem tem um ou dois projetos por ano, contratar a integração pontual costuma sair mais previsível. No diagnóstico apresentamos as duas contas lado a lado, sem empurrar uma escolha.

Vocês trabalham com máquinas que já temos?

Trabalhamos, e com frequência. Boa parte dos nossos projetos é retrofit: reaproveitar a estrutura mecânica que ainda é boa e trocar só o controle, os sensores e a integração. Costuma custar bem menos do que substituir o equipamento inteiro.

Qual é o prazo típico de um projeto?

Uma célula única costuma levar de oito a catorze semanas, do diagnóstico à operação assistida. Projetos com várias estações ou integração ampla de dados vão além disso. Depois do diagnóstico, entregamos um cronograma com marcos claros, e é por ele que a gente responde.

Vocês oferecem suporte depois da entrega?

Sim. Todo projeto sai com um período de operação assistida incluído. A partir daí, oferecemos um contrato de acompanhamento por telemetria, com tempo de resposta combinado e visitas preventivas. Você decide se quer manter esse acompanhamento ou levar a operação por conta própria.

A Qyravento está regularizada para operar no Brasil?

Está. Somos uma empresa registrada em São Paulo, com CNPJ 38.492.157/0001-63 e responsável técnico com registro no CREA-SP. Os projetos seguem as normas aplicáveis de segurança de máquinas, e a documentação técnica é entregue junto com a célula.

Próximo passo

Vamos olhar o seu piso juntos.

Comece por uma conversa. A gente entende o processo, aponta o que dá para automatizar hoje e o que é melhor deixar para depois — sem compromisso de fechar nada.