Células robóticas
Braços para solda, paletização, usinagem e manuseio de material. Selecionamos o robô, projetamos a garra e integramos ao seu fluxo atual.
Ver detalhesIntegramos células robóticas, visão computacional e controle a operações que já estão rodando. Sem reescrever o chão de fábrica do zero, sem parar o que funciona.
Conte sobre o seu projeto
Automação não é trocar pessoas por máquinas. É tirar das pessoas o trabalho que desgasta — o repetitivo, o perigoso, o que ninguém quer fazer no terceiro turno — e devolver a elas o que exige julgamento.
Cada projeto começa por um diagnóstico do chão de fábrica. Depois escolhemos, entre estas frentes, o que faz sentido para o seu volume e o seu prazo.
Braços para solda, paletização, usinagem e manuseio de material. Selecionamos o robô, projetamos a garra e integramos ao seu fluxo atual.
Ver detalhesInspeção de qualidade e leitura de peças em linha. O sistema separa o que está fora de tolerância antes da peça seguir adiante.
Ver detalhesVeículos autônomos para levar material entre estações sem operador dedicado. Rotas mapeadas e ajustadas conforme o layout muda.
Ver detalhesProgramação de CLPs, SCADA e a ponte com o ERP que você já usa. Os dados de produção passam a chegar prontos para decisão.
Ver detalhesTelemetria das células em tempo real, alertas de desvio e histórico de falhas. Você acompanha a disponibilidade sem estar no piso.
Ver detalhesAntes de qualquer compra, um estudo de layout, volume e retorno. Se a conta não fecha, dizemos com clareza — e sugerimos o próximo passo.
Ver detalhesUm projeto de robótica dá errado quando a máquina chega antes de alguém entender o processo. A gente inverte essa ordem.
Passamos alguns dias no seu piso, cronômetro na mão. Medimos ciclos, mapeamos gargalos e ouvimos quem opera. Sai daí um relatório com o que vale automatizar e o que não vale.
Definimos o robô, as garras, a segurança e a integração com o que já existe. Você aprova o layout e a estimativa de retorno antes de qualquer peça ser comprada.
Montamos e testamos a célula fora da linha sempre que possível, depois fazemos a virada em janelas curtas — de madrugada, no fim de semana, ou por estação, para não parar a produção inteira.
Ficamos ao lado da sua equipe nas primeiras semanas, ajustando parâmetros e treinando quem vai tocar o dia a dia. Depois seguimos por telemetria, com resposta combinada em contrato.
Uma linha bem automatizada é silenciosa. Ninguém corre, ninguém improvisa, ninguém precisa explicar por que a peça saiu errada.
Nomes de clientes sob acordo de confidencialidade. Os números abaixo são de projetos reais, apresentados de forma resumida.
Refugo de peças fora de tolerância caiu de cerca de 4% para menos de 1% em quatro meses, sem parada programada de produção.
Como fizemos
Duas células assumiram o empilhamento manual de caixas. O tempo de troca de formato passou de 40 para 8 minutos.
Como fizemos
Máquinas dos anos 90 voltaram a conversar com o ERP. A equipe passou a ver a produção em tempo real, de qualquer terminal.
Como fizemosSim. A base fica na Vila Olímpia, em São Paulo, mas boa parte dos projetos está no interior paulista, no Sul e no Triângulo Mineiro. Para operações fora do estado, combinamos as visitas de campo no início do contrato para que o deslocamento não pese no orçamento.
Na maioria dos casos, não de forma prolongada. Montamos e testamos a célula fora da linha sempre que o espaço permite, e fazemos a virada em janelas curtas — madrugada, fim de semana ou estação por estação. O plano de parada é combinado e escrito antes de começar.
Depende do volume de projetos ao longo do ano. Uma equipe interna faz sentido para quem automatiza constantemente; para quem tem um ou dois projetos por ano, contratar a integração pontual costuma sair mais previsível. No diagnóstico apresentamos as duas contas lado a lado, sem empurrar uma escolha.
Trabalhamos, e com frequência. Boa parte dos nossos projetos é retrofit: reaproveitar a estrutura mecânica que ainda é boa e trocar só o controle, os sensores e a integração. Costuma custar bem menos do que substituir o equipamento inteiro.
Uma célula única costuma levar de oito a catorze semanas, do diagnóstico à operação assistida. Projetos com várias estações ou integração ampla de dados vão além disso. Depois do diagnóstico, entregamos um cronograma com marcos claros, e é por ele que a gente responde.
Sim. Todo projeto sai com um período de operação assistida incluído. A partir daí, oferecemos um contrato de acompanhamento por telemetria, com tempo de resposta combinado e visitas preventivas. Você decide se quer manter esse acompanhamento ou levar a operação por conta própria.
Está. Somos uma empresa registrada em São Paulo, com CNPJ 38.492.157/0001-63 e responsável técnico com registro no CREA-SP. Os projetos seguem as normas aplicáveis de segurança de máquinas, e a documentação técnica é entregue junto com a célula.
Comece por uma conversa. A gente entende o processo, aponta o que dá para automatizar hoje e o que é melhor deixar para depois — sem compromisso de fechar nada.