Renata Marques
Mecatrônica pela Poli-USP, quinze anos em integração de linhas de bebidas e autopeças. Responde pelo diagnóstico e pela viabilidade dos projetos.
Somos uma agência de robótica com sede em São Paulo. Existimos porque vimos projetos caros fracassarem pelo mesmo motivo: o equipamento chegou antes de alguém entender de verdade o processo que ele deveria melhorar.
A Qyravento nasceu em 2014, numa sala emprestada de uma metalúrgica em Sorocaba. O primeiro contrato foi um retrofit: uma dobradeira dos anos 90 que ninguém mais sabia programar. Consertar aquilo ensinou o que virou o nosso método — entender antes de trocar.
Desde então, a empresa cresceu, mas a ordem das coisas não mudou. Antes de recomendar um robô, passamos dias no piso medindo ciclos e conversando com quem opera. Muitas vezes o problema não é falta de automação; é um gargalo dez metros antes da estação que alguém queria automatizar. Dizer isso custa uma venda no curto prazo. Mantém a confiança no longo.
Não vendemos marcas de robô. Trabalhamos com os principais fabricantes do mercado e escolhemos o que serve ao seu volume, ao seu espaço e à sua equipe. Se a resposta certa for reaproveitar o que você já tem, é isso que vamos propor.
Automação, para nós, é uma decisão de engenharia sóbria. Tem hora de fazer e tem hora de esperar. A parte do nosso trabalho que menos aparece no folheto — dizer “ainda não” quando é o caso — é a que mais protege o orçamento de quem contrata.
A automação que se sustenta é a que a sua equipe consegue tocar sozinha depois que a gente vai embora.
Nenhuma cotação de equipamento sai antes do diagnóstico. Primeiro entendemos o fluxo; depois discutimos o que comprar.
Apresentamos a estimativa de retorno com as premissas à mostra. Se a conta não fecha, dizemos com todas as letras.
Documentamos, treinamos e deixamos o código legível. O objetivo é que você não dependa da gente para o dia a dia.
Proteções, intertravamentos e documentação seguem as normas aplicáveis. Célula de robô não é lugar para improviso.
Somos catorze pessoas entre engenharia mecatrônica, elétrica e de software. A maioria veio da manufatura, não da academia — trabalhou em turno, parou linha e aprendeu na marra o custo de uma célula mal projetada.
Não usamos fotos de banco de imagem para fingir um time maior. Preferimos que você conheça as pessoas na primeira reunião, com nome, função e a parte do projeto pela qual cada uma responde.
Mecatrônica pela Poli-USP, quinze anos em integração de linhas de bebidas e autopeças. Responde pelo diagnóstico e pela viabilidade dos projetos.
Programação de robôs de solda e paletização. Cuida da montagem das células e da virada em linha, muitas vezes de madrugada.
Visão computacional e telemetria. Liga as células ao ERP e transforma sinal de chão de fábrica em relatório que a diretoria entende.
A conversa inicial não custa nada e não vira contrato. É onde entendemos o seu processo e você entende a nossa forma de trabalhar.