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Sobre a Qyravento

Engenharia primeiro. A máquina vem depois.

Somos uma agência de robótica com sede em São Paulo. Existimos porque vimos projetos caros fracassarem pelo mesmo motivo: o equipamento chegou antes de alguém entender de verdade o processo que ele deveria melhorar.

A Qyravento nasceu em 2014, numa sala emprestada de uma metalúrgica em Sorocaba. O primeiro contrato foi um retrofit: uma dobradeira dos anos 90 que ninguém mais sabia programar. Consertar aquilo ensinou o que virou o nosso método — entender antes de trocar.

Desde então, a empresa cresceu, mas a ordem das coisas não mudou. Antes de recomendar um robô, passamos dias no piso medindo ciclos e conversando com quem opera. Muitas vezes o problema não é falta de automação; é um gargalo dez metros antes da estação que alguém queria automatizar. Dizer isso custa uma venda no curto prazo. Mantém a confiança no longo.

Não vendemos marcas de robô. Trabalhamos com os principais fabricantes do mercado e escolhemos o que serve ao seu volume, ao seu espaço e à sua equipe. Se a resposta certa for reaproveitar o que você já tem, é isso que vamos propor.

Automação, para nós, é uma decisão de engenharia sóbria. Tem hora de fazer e tem hora de esperar. A parte do nosso trabalho que menos aparece no folheto — dizer “ainda não” quando é o caso — é a que mais protege o orçamento de quem contrata.

Em uma frase

A automação que se sustenta é a que a sua equipe consegue tocar sozinha depois que a gente vai embora.

Princípios

Como conduzimos cada projeto.

O processo antes do produto

Nenhuma cotação de equipamento sai antes do diagnóstico. Primeiro entendemos o fluxo; depois discutimos o que comprar.

Transparência na conta

Apresentamos a estimativa de retorno com as premissas à mostra. Se a conta não fecha, dizemos com todas as letras.

Autonomia da equipe

Documentamos, treinamos e deixamos o código legível. O objetivo é que você não dependa da gente para o dia a dia.

Segurança sem atalho

Proteções, intertravamentos e documentação seguem as normas aplicáveis. Célula de robô não é lugar para improviso.

Detalhe de um braço robótico em ambiente de manufatura
A equipe

Gente que já apanhou de chão de fábrica.

Somos catorze pessoas entre engenharia mecatrônica, elétrica e de software. A maioria veio da manufatura, não da academia — trabalhou em turno, parou linha e aprendeu na marra o custo de uma célula mal projetada.

Não usamos fotos de banco de imagem para fingir um time maior. Preferimos que você conheça as pessoas na primeira reunião, com nome, função e a parte do projeto pela qual cada uma responde.

Quem conduz

As pessoas por trás do projeto.

RM

Renata Marques

Direção de engenharia

Mecatrônica pela Poli-USP, quinze anos em integração de linhas de bebidas e autopeças. Responde pelo diagnóstico e pela viabilidade dos projetos.

TA

Thiago Andrade

Robótica e integração

Programação de robôs de solda e paletização. Cuida da montagem das células e da virada em linha, muitas vezes de madrugada.

JS

Juliana Sato

Visão e dados

Visão computacional e telemetria. Liga as células ao ERP e transforma sinal de chão de fábrica em relatório que a diretoria entende.

Próximo passo

Quer nos conhecer de perto?

A conversa inicial não custa nada e não vira contrato. É onde entendemos o seu processo e você entende a nossa forma de trabalhar.